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Padre José AugustoJanuary 06 Beato José Luís Sánchez del RioBeato José Luís Sánchez del Rio
1913 – 1928
A herança do sangue dos Mártires
José Sánchez del Río tinha apenas 14 anos quando foi martirizado. Na grande perseguição do governo mexicano à religião cristã no início do século XX (1926-1929), um jovem de apenas 14 anos ofereceu-se, contra a vontade dos seus pais, para aderir às tropas “cristeras”, que lutavam pela liberdade religiosa, contra a governação ímpia.
José Luís Sánchez del Rio, após grande oposição do general cristão Prudêncio Mendonza, devido à sua pouca idade, foi aceite como porta-bandeira e clarim da tropa católica.
Feito prisioneiro do governo ateu, defendeu heroicamente a fé cristã diante das altas autoridades mexicanas. Ameaçado de morte pelo deputado federal Rafael Picazo, respondeu-lhe: “Estou disposto a tudo. Fuzila-me para que eu esteja logo diante de Nosso Senhor a pedir-lhe que te confunda!”
Foi martirizado a 10 de Fevereiro de 1928, a gritar diante dos que o apunhalavam: “Viva Cristo Rei! Viva Nossa Senhora de Guadalupe!”. Foi beatificado com outros 12 companheiros mártires a 20 de Novembro de 2005, Solenidade de Cristo Rei, por ordem do Papa Bento XVI.
Oração
Deus eterno e omnipotente, que concedeis ao pequeno Mártir José Luís a graça de sofrer heroicamente pelo nome de Cristo Rei, vinde em auxílio da nossa fraqueza, para que, a exemplo dos que morreram corajosamente por Vós, saibamos dar firme testemunho da fé com a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Ámen.
Sobre o movimento dos "Cristeros": http://www.antorcha.net/biblioteca_virtual/historia/cristeros/cristeros.html#10
http://www.uag.mx/cristeros/public_rumbo.htm
September 15 Peregrinação a Vera Cruz
O Santo Lenho de Vera Cruz
Na segunda metade do séc. XIII, Fr. Afonso Pires Farinha, Mestre dos Hospitalários, voltou da Palestina onde tinha ido pedir ao Mestre da Ordem, Fr. Hugo Revel, a sua permissão para a fundação de um mosteiro dedicado à Cruz de Cristo naquela terra próxima a Portel que tinha o nome de Vera Cruz.
Para surpresa de todos, o viajante trouxe da Terra Santa uma preciosa relíquia destinada à Sé Catedral de Évora: partes do Madeiro onde Nosso Senhor Jesus Cristo fora crucificado, com dimensões incomuns, segundo a história: “dois palmos de haste na parte superior”.
A sagrada relíquia fora trazida com grande solenidade, piedade e decoro durante toda a longa e penosa viagem, sobre uma mula selada, numa caixa de prata circundada em outra caixa de madeira guarnecida por chapas de ferro e ainda envolvida numa rica coberta vermelha. Em 1795, essa caixa foi casualmente descoberta.
O venerável sacerdote passava por Vera Cruz em direcção a Évora, quando a mula sobre a qual vinha o Sagrado Lenho parou e permaneceu prodigiosamente imóvel até que a caixa fosse retirada da sua sela. Os intentos para que a mula andasse, chegando mesmo à violência, foram vãos…
Fr. Afonso Farinha viu naquele acontecimento um sinal da vontade de Deus e determinou que uma parte do Madeiro Sagrado ficasse entregue ao cuidado do povo de Vera Cruz, onde será pouco mais tarde construído o Mosteiro e a Igreja, e a outra parte seguisse para a catedral de Évora.
Contam ainda que diante do acontecido, o arrieiro cravou na terra a vara com que batia na mula. E essa se tornou num frondoso pinheiro. Ao mesmo tempo, brotava da terra uma torrente de água que perdura até hoje e que tem o nome de Fonte Santa.
Além de quase todos os reis de Portugal, muitos homens ilustres visitaram o Santo Lenho de Vera Cruz: o Beato Nuno de Santa Maria (Nuno Álvares Pereira), Vasco da Gama, muitos bispos, sacerdotes e religiosos.
Os séculos se sucederam e ainda hoje o Santuário da Vera Cruz é visitado por uma infinidade de crentes e fiéis que vêm rezar diante do Madeiro do Redentor, pedindo auxílio para as suas dificuldades e sofrimentos, nomeadamente, a libertação das tentações e insídias diabólicas. Muitos e espantosos milagres, curas e libertações são atribuídos ao Santo Lenho de Vera Cruz.
Celebrantes
Celebram a Santa Missa: Pe. José Augusto (convidado para presidir e proferir a homilia), Pe. José Mombo Lelo (Pároco e Reitor do Santuário), Pe. João Paulo (visitante).
Partes da Homilia
"Ninguém venha exaltar a Cruz do Salvador se despreza o seu sofrimento pessoal ou revolta-se, até mesmo contra Deus, por causa dele. Sofrer com Cristo é completar a obra da redenção, é ajudar Jesus a salvar o mundo."
"Nós não temos outra glória - ensina-nos São Paulo - senão a Cruz do Senhor, porque nela encontramos resposta para a maior de todas as expectativas do ser humano: a salvação, a amizade com Deus perpetuada para sempre. Quem não vive para esta meta, está chutando a bola para fora do gol."
"A lição da Cruz não se apaga na história dos homens! A Cruz não só marcou definitivamente o centro de todos os tempos, a plenitude dos tempos, como inaugurou um tempo novo de paz, amor, compreensão, misericórdia, perdão, fé, união..."
" 'Stat Crux, dum volvitur mundum!' Quando assistimos tanta instabilidade familiar, social, política, econômica... no nosso mundo; quando o egoísmo se torna regra pessoal de existência e conduta do ser humano picado pela serpente do seu "eu", olhamos para a Cruz e vemos no Crucificado a palavra que precisamos ouvir: DOAÇÃO!"
"Quando estava suspenso na Cruz, Nosso Senhor já não tinha os pés na terra; também ainda não estava no Céu... mas elevado entre o Céu e a terra escrevia, na oferta da sua vida e da sua morte, com a tinta rubra do Seu Sangre, o decreto da nova e eterna Aliança. Na Cruz, ele fez os homens amigos de Deus e fez Deus amigo dos homens."
Vitória! Tu reinarás! Ó Cruz, tu nos salvarás! Nós vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus Cristo,porque pela vossa Santa Cruz remistes o mundo!
March 03 AberturaEste é um espaço para amigos! Se quiser olhar as fotos, os textos e deixar o seu comentário, fique à vontade! Não sai sem receber um abraço meu. Deus o abençoe! Pe. José Augusto |
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